Já na faixa de renda maior, acima de R$ 2.550, apenas 1% das meninas teve filho
Apesar de a taxa de fertilidade entre as adolescentes brasileiras estar em queda, o número de mães com idade entre 15 e 19 anos ainda é alto nas populações mais pobres. De acordo com a publicação Juventude e Políticas Sociais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), lançada nesta terça-feira (19), 44,2% das meninas entre 15 e 19 anos com filho pertencem à faixa de renda per capita de menos de meio salário mínimo (R$ 255).
De acordo com o estudo, entre as adolescentes da mais baixa faixa salarial, 18% são mães. Já entre adolescentes da faixa de renda acima de cinco salários mínimos (R$ 2.550), apenas 1% teve filho.
Os motivos da diferença dos números entre as classes sociais, apontados pelo Ipea, são o acesso à informação, aos serviços de saúde, aos métodos contraceptivos e até mesmo ao aborto. Além disso, o estudo aponta que, de acordo com pesquisas, ser mãe na adolescência é uma opção de projeto social para jovens de classes mais baixas.
“A adolescente busca construir sua identidade e sentir-se mais adulta, mais mulher, mais autônoma e com mais poder tendo o seu próprio filho”, diz o estudo.
No caso dos meninos, a paternidade está relacionada a assumir responsabilidades, sofrer mais pressão para trabalhar e ser o provedor da nova família, mesmo que seja com a ajuda da família de origem.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Servidor de universidade do Ceará recebe três vezes mais do que o presidente da República
Por meio de uma decisão judicial, o funcionário recebe um salário bruto de R$ 46.430
O maior salário do Executivo Federal é de um servidor da Universidade Federal do Ceará, que, por meio de uma decisão judicial, recebe um salário bruto de R$ 46.430. O salário de R$ 18.975 salta para R$ 46.430 após o acréscimo de R$ 27.455 da decisão. Após o desconto do “Abate teto” o servidor fica com uma gratificação de R$ 37.136. O valor é três vezes maior que o salário previsto para o presidente da República, que é de R$ 11.420.
Os salários foram divulgados nesta terça-feira (19) pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. O documento traz a lista com os maiores e menores salários da Administração Pública Federal.
Segundo o superintendente de Recursos Humanos da Universidade Federal do Ceará, Fernando Henrique Monteiro, esse salário não é real, e vai para uma poupança e só poderá ser resgatado com autorização da Justiça.
- Esse salário não é real, é virtual. Esse servidor ganhou um processo judicial e os depósitos são feitos em juízo. Ele não recebe mais que o teto. O valor adicional vai para uma poupança.
Segundo a assessoria do Ministério do Planejamento, ainda há na administração pública mais de cem servidores que recebem acima do teto salarial de R$ 25.725. O teto corresponde ao salário de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). No Executivo, além do servidor da Universidade Federal do Ceará, recebem acima do teto um servidor do Centro de Educação Tecnológica da Paraíba - R$ 33.232 -, um da Universidade Federal do Acre - R$ 28.732 - e um da Universidade Rural Federal do Rio de Janeiro – R$ 28.251.
O Ministério do Planejamento informou que os dados dos servidores que recebem esses salários são sigilosos e afirmou que vários desses salários são ampliados por causa de decisões judiciais de processos movidos por esses servidores.
A portaria que divulga os maiores e menores salários da administração pública federal é publicada três vezes ao ano e trazem brutos os valores da remuneração, sem incidência de descontos, impostos ou contribuições.
O maior salário do Executivo Federal é de um servidor da Universidade Federal do Ceará, que, por meio de uma decisão judicial, recebe um salário bruto de R$ 46.430. O salário de R$ 18.975 salta para R$ 46.430 após o acréscimo de R$ 27.455 da decisão. Após o desconto do “Abate teto” o servidor fica com uma gratificação de R$ 37.136. O valor é três vezes maior que o salário previsto para o presidente da República, que é de R$ 11.420.
Os salários foram divulgados nesta terça-feira (19) pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. O documento traz a lista com os maiores e menores salários da Administração Pública Federal.
Segundo o superintendente de Recursos Humanos da Universidade Federal do Ceará, Fernando Henrique Monteiro, esse salário não é real, e vai para uma poupança e só poderá ser resgatado com autorização da Justiça.
- Esse salário não é real, é virtual. Esse servidor ganhou um processo judicial e os depósitos são feitos em juízo. Ele não recebe mais que o teto. O valor adicional vai para uma poupança.
Segundo a assessoria do Ministério do Planejamento, ainda há na administração pública mais de cem servidores que recebem acima do teto salarial de R$ 25.725. O teto corresponde ao salário de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). No Executivo, além do servidor da Universidade Federal do Ceará, recebem acima do teto um servidor do Centro de Educação Tecnológica da Paraíba - R$ 33.232 -, um da Universidade Federal do Acre - R$ 28.732 - e um da Universidade Rural Federal do Rio de Janeiro – R$ 28.251.
O Ministério do Planejamento informou que os dados dos servidores que recebem esses salários são sigilosos e afirmou que vários desses salários são ampliados por causa de decisões judiciais de processos movidos por esses servidores.
A portaria que divulga os maiores e menores salários da administração pública federal é publicada três vezes ao ano e trazem brutos os valores da remuneração, sem incidência de descontos, impostos ou contribuições.
Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está no ensino médio
Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio, etapa de ensino adequada para esta faixa etária, e apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior em 2007. Esses são alguns destaques da pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, lançado hoje (19) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
O estudo aponta que houve avanços no acesso de jovens à educação. Em 2007, 82% dos jovens de 15 a 17 anos frequentavam a escola. O problema está no atraso para concluir os estudos: apenas 48% estava no ensino médio.
Para o diretor de estudos e políticas sociais do instituto, Jorge Abrahão, a educação é vista pelos jovens como uma força positiva. “Os jovens entendem a educação como um caminho para melhorar a vida. Mas o jovem enfrenta no processo de escolarização problemas de desigualdades de oportunidades”, aponta.
A cor, o nível de renda e o local onde mora o jovem interfere nas oportunidades de acesso. Em 2007, 57% dos brasileiros de 15 a 17 anos que residiam em áreas metropolitanas frequentavam o ensino médio, contra pouco menos de 31% no meio rural.
Abrahão destaca que o jovem ainda se divide entre os estudos e o mercado de trabalho e aqueles que conseguem frequentar a escola precisam lidar ainda com o problema da baixa qualidade do ensino. “A escola ainda está fundamentada em uma estrutura antiquada, o que torna para o jovem pouco atraente aquele período em que ele se mantém na escola”, diz.
No ensino superior, entre 1996 e 2007, a taxa de frequência líquida cresceu 123%. Mas o percentual de jovens na faixa etária dos 18 aos 24 anos que têm acesso à etapa ainda é apenas de 13% - muito abaixo da meta de 30% estipulada para 2011 no Plano Nacional de Educação (PNE). A renda é fator determinante para o acesso do brasileiro à universidade: a taxa de frequência daqueles que têm renda mensal per capita de cinco salários mínimos ou mais (55%) é dez vezes maior do que entre a população que ganha até meio salário mínimo (5%).
O estudo do Ipea destaca que o Brasil ainda tem 1,5 milhão de jovens analfabetos (15 a 29 anos). Segundo a pesquisa, “a manutenção do número de analfabetos no país em patamar elevado está relacionada à baixa efetividade do ensino fundamental”. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE) de 2007, 44,8% das pessoas analfabetas com 15 anos ou mais já haviam frequentado a escola.
O estudo aponta que houve avanços no acesso de jovens à educação. Em 2007, 82% dos jovens de 15 a 17 anos frequentavam a escola. O problema está no atraso para concluir os estudos: apenas 48% estava no ensino médio.
Para o diretor de estudos e políticas sociais do instituto, Jorge Abrahão, a educação é vista pelos jovens como uma força positiva. “Os jovens entendem a educação como um caminho para melhorar a vida. Mas o jovem enfrenta no processo de escolarização problemas de desigualdades de oportunidades”, aponta.
A cor, o nível de renda e o local onde mora o jovem interfere nas oportunidades de acesso. Em 2007, 57% dos brasileiros de 15 a 17 anos que residiam em áreas metropolitanas frequentavam o ensino médio, contra pouco menos de 31% no meio rural.
Abrahão destaca que o jovem ainda se divide entre os estudos e o mercado de trabalho e aqueles que conseguem frequentar a escola precisam lidar ainda com o problema da baixa qualidade do ensino. “A escola ainda está fundamentada em uma estrutura antiquada, o que torna para o jovem pouco atraente aquele período em que ele se mantém na escola”, diz.
No ensino superior, entre 1996 e 2007, a taxa de frequência líquida cresceu 123%. Mas o percentual de jovens na faixa etária dos 18 aos 24 anos que têm acesso à etapa ainda é apenas de 13% - muito abaixo da meta de 30% estipulada para 2011 no Plano Nacional de Educação (PNE). A renda é fator determinante para o acesso do brasileiro à universidade: a taxa de frequência daqueles que têm renda mensal per capita de cinco salários mínimos ou mais (55%) é dez vezes maior do que entre a população que ganha até meio salário mínimo (5%).
O estudo do Ipea destaca que o Brasil ainda tem 1,5 milhão de jovens analfabetos (15 a 29 anos). Segundo a pesquisa, “a manutenção do número de analfabetos no país em patamar elevado está relacionada à baixa efetividade do ensino fundamental”. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE) de 2007, 44,8% das pessoas analfabetas com 15 anos ou mais já haviam frequentado a escola.
Corpo de Bombeiros do RN pode atuar no Haiti
O Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte (CBM/RN) se dispôs a atuar no socorro às vítimas do terremoto no Haiti. Atendendo a um pedido do Ministério da Defesa, a corporação do Rio Grande do Norte já informou que possui de seis a dez bombeiros capacitados para atuarem na ação humanitária no país.
Conforme explica o tenente-coronel Paulo Rogério de Andrade, chefe do serviço operacional, a Liga Nacional do Corpo de Bombeiros solicitou as informações, já que nações do mundo inteiro estão se disponibilizando para o serviço e militares brasileiros já foram encaminhados ao Haiti. O tenente-coronel informa que a lista dos bombeiros potiguares será definida quando o Ministério da Defesa analisar as reais necessidades no socorro e os homens a serem convocados serão designados conforme suas especialidades.
“Temos dois oficiais especializados capacitação na área de salvamento e resgates em áreas colapsadas e os demais são para primeiros socorros, resgates e combate a incêndio, se for o caso”, afirma o tenente-coronel Rogério. A reposta da Liga Nacional deve ser dada ainda esta semana. Conforme for apontada a necessidade para integrar a missão humanitária do Brasil no Haiti, serão incorporados, além dos bombeiros, todos os equipamentos de engenharia disponíveis no Comando do RN.
Conforme explica o tenente-coronel Paulo Rogério de Andrade, chefe do serviço operacional, a Liga Nacional do Corpo de Bombeiros solicitou as informações, já que nações do mundo inteiro estão se disponibilizando para o serviço e militares brasileiros já foram encaminhados ao Haiti. O tenente-coronel informa que a lista dos bombeiros potiguares será definida quando o Ministério da Defesa analisar as reais necessidades no socorro e os homens a serem convocados serão designados conforme suas especialidades.
“Temos dois oficiais especializados capacitação na área de salvamento e resgates em áreas colapsadas e os demais são para primeiros socorros, resgates e combate a incêndio, se for o caso”, afirma o tenente-coronel Rogério. A reposta da Liga Nacional deve ser dada ainda esta semana. Conforme for apontada a necessidade para integrar a missão humanitária do Brasil no Haiti, serão incorporados, além dos bombeiros, todos os equipamentos de engenharia disponíveis no Comando do RN.
[IFRN] Campus realiza seleção para bolsistas do programa PRH – Petrobras
As bolsas serão distribuídas entre os 110 alunos do curso de Biocombustíveis
O programa de recursos humanos (PRH) da Petrobras destinou 40 bolsas de estudo para alunos do curso de Biocombustíveis do Campus Apodi. Essas bolsas serão distribuídas entre os 110 alunos do curso. Para a seleção dos bolsistas, foram utilizados os seguintes critérios: avaliação com questões de todas as disciplinas ministradas no semestre, uma redação e o perfil socioeconômico dos estudantes. Segundo o professor e coordenador de pesquisas do Campus Apodi, Elissandro Sacramento, "o programa é importante pois contribui para a elevação do conhecimento adquirido por parte do aluno, auxilia a experiência prática e de pesquisa e ajuda na elevação do nível do curso, além de diminuir a evasão escolar".
O resultado do processo seletivo deve ser divulgado até o próximo dia 22 de janeiro.
Fonte: Portal IFRN
O programa de recursos humanos (PRH) da Petrobras destinou 40 bolsas de estudo para alunos do curso de Biocombustíveis do Campus Apodi. Essas bolsas serão distribuídas entre os 110 alunos do curso. Para a seleção dos bolsistas, foram utilizados os seguintes critérios: avaliação com questões de todas as disciplinas ministradas no semestre, uma redação e o perfil socioeconômico dos estudantes. Segundo o professor e coordenador de pesquisas do Campus Apodi, Elissandro Sacramento, "o programa é importante pois contribui para a elevação do conhecimento adquirido por parte do aluno, auxilia a experiência prática e de pesquisa e ajuda na elevação do nível do curso, além de diminuir a evasão escolar".
O resultado do processo seletivo deve ser divulgado até o próximo dia 22 de janeiro.
Fonte: Portal IFRN
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Carlos Eduardo não cogita estar ao lado de Iberê na eleição

Ex-prefeito reafirma candidatura ao governo, nega convite para ser vice e não acredita que vice-governador possa desistir da corrida pela sucessão de Wilma.
O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT) crê que a disputa pelo governo do estado será entre três candidatos: Rosalba Ciarlini (DEM), Iberê Ferreira (PSB) e o próprio Carlos Eduardo. O presidente do PDT potiguar voltou a negar contatos para ser o vice na chapa de Iberê, mas defendeu a candidatura do vice-governador à sucessão de Wilma de Faria.
Nos últimos dias, vem sendo levantada a suposta dificuldade de Iberê em conseguir um nome para compor a sua chapa como vice. Os possíveis candidatos alegariam a dificuldade do vice-governador em alavancar a candidatura, que não consegue se aproximar da senadora Rosalba Ciarlini nas últimas pesquisas de opinião divulgadas no estado. Para Carlos Eduardo, no entanto, é natural que nenhum pré-candidato já tenha a chapa fechada.
“Acho que são poucos os que estão tratando de vice. Eu não estou. Mas não há definição de nenhum partido que não lançará candidato sobre quem serão os nomes apoiados, muito menos dos vices. João Maia já anunciou Iberê? O PT vai apoiar quem? E o PCdoB? O PMDB já definiu a situação? Sabe-se que Robinson quer ser vice de Rosalba, mas o PP e o PMN já se manifestaram definitivamente sobre isso? Tudo, então, continua indefinido”, argumentou Carlos Eduardo.
Apesar de se manter aliado ao governo do estado e com boa relação com o atual vice-governador, Carlos Eduardo não acredita na possibilidade de Iberê desistir da disputa, caso não consiga crescer nas pesquisas de opinião, e apoiá-lo na corrida pela sucessão de Wilma de Faria.
“Não cogito a possibilidade de ter o apoio dele (Iberê), porque sinto que nós três iremos disputar o governo. Eu, Iberê e a senadora Rosalba”, disse o ex-prefeito de Natal.
Garibaldi Alves: Senador deixa claro que apoio a Rosalba não está definido
"O que é certo é que eu devo ser o único candidato majoritário do partido." afirmou em seu twitter o Senador Garibaldi Alves sobre as eleições de 2010.
Apodi terá novo poço para abastecimento de água

Após a conclusão do poço emergencial de Apodi, será reiniciada a perfuração do poço de Macaíba
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) irá perfurar poço emergencial na cidade de Apodi, a 328 km de Natal.
Nesse final de semana, um dos três poços teve rompimento do filtro e do pré-filtro, sendo necessária sua desativação. O poço desativado é responsável pelo abastecimento de 30% da população.
A Caern está orientando a população usar racionalmente a água enquanto é providenciada a perfuração do novo poço que deve acontecer entre 20 e 30 dias.
Homem é preso após praticar ato erótico contra menor
Ele responderá pelo crime (estupro devuneravel) previsto no art. 217 A do código penal brasileiro
Itamar Alves de França, 41 anos, foi preso nessa manhã (19) na cidade de Nova Cruz.
Ele é acusado de ter praticado ato libidinoso contra uma menor de 13 anos. Na delegacia, ele confessou que aproveitou a saída do companheiro da menor para investir contra ela, e disse ainda não saber que a mesma encontrava-se grávida de 3 meses.
Durante o ato, a menor teve sangramentos e acabou sendo encaminhada para o hospital da cidade para ser medicada.
Itamar Alves de França, 41 anos, foi preso nessa manhã (19) na cidade de Nova Cruz.
Ele é acusado de ter praticado ato libidinoso contra uma menor de 13 anos. Na delegacia, ele confessou que aproveitou a saída do companheiro da menor para investir contra ela, e disse ainda não saber que a mesma encontrava-se grávida de 3 meses.
Durante o ato, a menor teve sangramentos e acabou sendo encaminhada para o hospital da cidade para ser medicada.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
[Pra Rir] A culpa é dos Crentes
Um bêbado chega ao bar e pede uma bebida.
Do seu lado uma senhora distinta querendo chamar a atenção do bêbado diz:
- O senhor sabia que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de álcool?
O bêbado responde:
- É curpa dos crente (hic) aí!
- Como culpa dos crentes? A maioria nem sequer bebe álcool! - retruca a mulher. E o bêbado:
- Pois é, se eles bebessem um pouquinho, nóis já tava em primeiro!
Do seu lado uma senhora distinta querendo chamar a atenção do bêbado diz:
- O senhor sabia que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de álcool?
O bêbado responde:
- É curpa dos crente (hic) aí!
- Como culpa dos crentes? A maioria nem sequer bebe álcool! - retruca a mulher. E o bêbado:
- Pois é, se eles bebessem um pouquinho, nóis já tava em primeiro!
(Sem Explicação) Indiana desafia ciência e sangra espontaneamente pelo corpo todo
Médicos não conseguem achar uma explicação para os sangramentos na garota

Há três anos, a indiana Twinkle Dwivedi perde sangue por pele e olhos sem ter nenhum machucado. Detalhe: a adolescente não sente nenhuma dor durante os sangramentos. Os médicos não conseguem explicar como uma garota de 14 anos sangra por várias partes do corpo mais de 50 vezes por dia.
George Buchanan, um conceituado hematologista inglês, viajou à Índia para estudar o caso da garota. O médico ficou surpreso com o que viu.
- É fisicamente impossível para o sangue passar pela pele intacta. Mas eu não vi nenhum sinal de corte ou machucado no corpo de Twinkle, diz Buchanan, que está investigando se a garota está causando os sangramentos de propósito.
A menina diz que não. Tudo o que ela quer é voltar à escola e ter uma vida normal.
Twinkle já perdeu dois anos no colégio por causa dos sangramentos. As escolas não permitem que a garota estude, porque ela assusta os outros alunos.

Há três anos, a indiana Twinkle Dwivedi perde sangue por pele e olhos sem ter nenhum machucado. Detalhe: a adolescente não sente nenhuma dor durante os sangramentos. Os médicos não conseguem explicar como uma garota de 14 anos sangra por várias partes do corpo mais de 50 vezes por dia.
George Buchanan, um conceituado hematologista inglês, viajou à Índia para estudar o caso da garota. O médico ficou surpreso com o que viu.
- É fisicamente impossível para o sangue passar pela pele intacta. Mas eu não vi nenhum sinal de corte ou machucado no corpo de Twinkle, diz Buchanan, que está investigando se a garota está causando os sangramentos de propósito.
A menina diz que não. Tudo o que ela quer é voltar à escola e ter uma vida normal.
Twinkle já perdeu dois anos no colégio por causa dos sangramentos. As escolas não permitem que a garota estude, porque ela assusta os outros alunos.
Moleque de 12 anos rouba loja com arma de brinquedo
Garotinho era bem educado e agradeceu o atendente após o assalto

Um molequinho de 12 anos assaltou uma loja de conveniência, em Paxton, no Estado norte-americano da Flórida.
Bem educado, o garoto entrou calmamente no estabelecimento, apontou a arma de madeira e exigiu dinheiro da caixa registradora. Antes de sair da loja, no entanto, o mini-lorde agradeceu a atenção do atendente.
O menino saiu correndo após o assalto, mas foi facilmente capturado pela polícia. Segundo um sargento, o ladrãozinho começou a chorar e pediu desesperadamente para não ir para a cadeia.
O assaltante mirim foi preso e encaminhado ao departamento de Justiça para menores dos Estados Unidos.

Um molequinho de 12 anos assaltou uma loja de conveniência, em Paxton, no Estado norte-americano da Flórida.
Bem educado, o garoto entrou calmamente no estabelecimento, apontou a arma de madeira e exigiu dinheiro da caixa registradora. Antes de sair da loja, no entanto, o mini-lorde agradeceu a atenção do atendente.
O menino saiu correndo após o assalto, mas foi facilmente capturado pela polícia. Segundo um sargento, o ladrãozinho começou a chorar e pediu desesperadamente para não ir para a cadeia.
O assaltante mirim foi preso e encaminhado ao departamento de Justiça para menores dos Estados Unidos.
Octogenário é acusado de estuprar cabras
Idoso de 82 foi pego na pouca vergonha com a cabra do vizinho

Martin Tigere estava encafifado com a bagunça que suas cabras faziam todas as noites, na sua fazenda, em Rusape, no Zimbábue, país no sul da África. Temendo que fosse uma hiena atacando seu rebanho, Tigere mandou que seus filhos ficassem espertos e, assim que as cabras começassem a balir, fossem lá ver qual era o motivo da algazarra.
Dito e feito: logo que as cabras começaram a fazer mais barulho que o de costume, os três foram até lá e, boquiabertos, descobriram um velho, com as calças arriadas, mandando ver numa cabritinha.
Os três filhos de Tigere levaram o octogenário, chamado Naison Tunzvi, junto com vizinhos que pudessem prestar testemunho da ocorrência.
Diante de um tribunal formado por pessoas do vilarejo onde se deu a bizarrice, Tunzvi confessou que abusava sexualmente das cabras e foi multado em 10 dólares (equivalente a 17 reais), mas, como o crime foi levado a conhecimento da polícia, o velhote acabou preso.
- Nós prendemos Naison Tunzvi por acusações de bestialidade, conforme é definido pelo Código Penal. Nossas investigações foram facilitadas depois que ele admitiu ter cometido o crime diante do tribunal do vilarejo. Além disso, as testemunhas nos deram informações úteis. Aproveitamos esta oportunidade para recomendar que os cidadãos mais velhos apoiem a moral e ajam responsavelmente, disse um representante da força policial de Rusape.

Martin Tigere estava encafifado com a bagunça que suas cabras faziam todas as noites, na sua fazenda, em Rusape, no Zimbábue, país no sul da África. Temendo que fosse uma hiena atacando seu rebanho, Tigere mandou que seus filhos ficassem espertos e, assim que as cabras começassem a balir, fossem lá ver qual era o motivo da algazarra.
Dito e feito: logo que as cabras começaram a fazer mais barulho que o de costume, os três foram até lá e, boquiabertos, descobriram um velho, com as calças arriadas, mandando ver numa cabritinha.
Os três filhos de Tigere levaram o octogenário, chamado Naison Tunzvi, junto com vizinhos que pudessem prestar testemunho da ocorrência.
Diante de um tribunal formado por pessoas do vilarejo onde se deu a bizarrice, Tunzvi confessou que abusava sexualmente das cabras e foi multado em 10 dólares (equivalente a 17 reais), mas, como o crime foi levado a conhecimento da polícia, o velhote acabou preso.
- Nós prendemos Naison Tunzvi por acusações de bestialidade, conforme é definido pelo Código Penal. Nossas investigações foram facilitadas depois que ele admitiu ter cometido o crime diante do tribunal do vilarejo. Além disso, as testemunhas nos deram informações úteis. Aproveitamos esta oportunidade para recomendar que os cidadãos mais velhos apoiem a moral e ajam responsavelmente, disse um representante da força policial de Rusape.
Professor belga confessa ser assassino em série
Ronald Janssen relatou crimes após ser preso por morte de jovem casal

Ronald Janssen, professor de desenho industrial de 38 anos e autor confesso de três assassinatos cometidos nos últimos dois anos, reconheceu à polícia que é um assassino em série.
Janssen admitiu à polícia que, desde 1990, causou outras mortes com motivação sexual e outros crimes, como roubos.
Nos últimos dias, Janssen confessou a autoria de três assassinatos, sendo os dois últimos em 1º de janeiro, quando matou a tiros sua vizinha, Shana Appeltans, de 18 anos, e o namorado da garota, Kevin Paulus, de 20, sobre quem disse em uma declaração policial que o incomodava.
Interrogado também pela morte de Annick Van Uytsel, de 18 anos, cujo corpo foi encontrado em 2007 em um córrego dentro de uma sacola plástica, o professor confessou tê-la matado após escolhê-la ao acaso.
Na noite do desaparecimento de Van Uytsel, Janssen teria obrigado a garota a entrar em sua caminhonete, inclusive com sua bicicleta, ameaçando-a com uma arma. Depois disse que a levou ao porão de casa, onde a reteve várias horas antes de assassiná-la.
Alguns amigos de Van Uytsel deram pistas sobre Janssen após informar que o professor tinha ido a uma festa da vítima.
No entanto, o interrogatório de Janssen não ofereceu pistas à polícia, que mesmo assim suspeitou abertamente dele após o duplo assassinato de 1º de janeiro, já que Appeltans era sua vizinha, e de cujo interrogatório surgiu a confissão do suspeito.
Tanto a Procuradoria de Hasselt como a de Bruges convidaram possíveis vítimas, testemunhas e companheiros do assassino a se dirigirem à polícia para investigar o envolvimento de Janssen em outros possíveis crimes.
A polícia investiga sua possível participação no assassinato de Ingrid Caeckaert, de 26 anos, apunhalada em 1991 em Heist; e no de Carola Titze, uma jovem alemã de 16 anos, cujo corpo foi encontrado em 1996 na Bélgica.
O confesso assassino em série é divorciado, pai de duas meninas, de 11 e 8 anos, e considerado pelos colegas e alunos um bom professor de desenho industrial, trabalho que desempenha em um centro educativo de Loksbergen (no nordeste da Bélgica).
Em prisão provisória, Janssen é vigiado por um equipamento de segurança a cada sete minutos para evitar que se suicide.

Ronald Janssen, professor de desenho industrial de 38 anos e autor confesso de três assassinatos cometidos nos últimos dois anos, reconheceu à polícia que é um assassino em série.
Janssen admitiu à polícia que, desde 1990, causou outras mortes com motivação sexual e outros crimes, como roubos.
Nos últimos dias, Janssen confessou a autoria de três assassinatos, sendo os dois últimos em 1º de janeiro, quando matou a tiros sua vizinha, Shana Appeltans, de 18 anos, e o namorado da garota, Kevin Paulus, de 20, sobre quem disse em uma declaração policial que o incomodava.
Interrogado também pela morte de Annick Van Uytsel, de 18 anos, cujo corpo foi encontrado em 2007 em um córrego dentro de uma sacola plástica, o professor confessou tê-la matado após escolhê-la ao acaso.
Na noite do desaparecimento de Van Uytsel, Janssen teria obrigado a garota a entrar em sua caminhonete, inclusive com sua bicicleta, ameaçando-a com uma arma. Depois disse que a levou ao porão de casa, onde a reteve várias horas antes de assassiná-la.
Alguns amigos de Van Uytsel deram pistas sobre Janssen após informar que o professor tinha ido a uma festa da vítima.
No entanto, o interrogatório de Janssen não ofereceu pistas à polícia, que mesmo assim suspeitou abertamente dele após o duplo assassinato de 1º de janeiro, já que Appeltans era sua vizinha, e de cujo interrogatório surgiu a confissão do suspeito.
Tanto a Procuradoria de Hasselt como a de Bruges convidaram possíveis vítimas, testemunhas e companheiros do assassino a se dirigirem à polícia para investigar o envolvimento de Janssen em outros possíveis crimes.
A polícia investiga sua possível participação no assassinato de Ingrid Caeckaert, de 26 anos, apunhalada em 1991 em Heist; e no de Carola Titze, uma jovem alemã de 16 anos, cujo corpo foi encontrado em 1996 na Bélgica.
O confesso assassino em série é divorciado, pai de duas meninas, de 11 e 8 anos, e considerado pelos colegas e alunos um bom professor de desenho industrial, trabalho que desempenha em um centro educativo de Loksbergen (no nordeste da Bélgica).
Em prisão provisória, Janssen é vigiado por um equipamento de segurança a cada sete minutos para evitar que se suicide.
Professora com deficiência diz sofrer preconceito em escola de São Paulo
Secretaria da Educação do Estado nega qualquer ocorrência de discriminação

Francisca Vivian Cesário, 29, fala, anda e escreve com dificuldade. Ela tem paralisia cerebral, uma deficiência adquirida durante o nascimento. Apesar de estar apta a assumir turmas de ensino fundamental, diz sofrer preconceito na Escola Estadual João Sussumu Hirata, no bairro Capão Redondo (zona sul de São Paulo).
A professora quer processar a direção da escola por assédio moral. Ela relata ter sido tratada como incapaz pela coordenadora pedagógica do colégio, e ter recebido a sugestão de se aposentar, durante uma reunião realizada em março de 2009.
Francisca afirma ainda ser tratada com descaso e ter sido encaminhada várias vezes a perícias médicas.
Susete Figueiredo Cavalin, professora da mesma escola, conta que já acompanhou Francisca à ouvidoria da rede e a uma delegacia de ensino para fazer reclamações:
- A direção da escola entende os apoios que a Francisca pede como privilégios. A professora sofre uma grande pressão psicológica.
Francisca se surpreendeu com a forma como foi tratada na escola:
- Eu esperava sofrer algum preconceito por parte dos pais dos alunos, não dos profissionais da educação.
Pais ouvidos pelo R7 se dizem satisfeitos com o trabalho da professora. Juliana Lopes é mãe de um aluno e comentou sobre os estudos do filho:
Deficientes são barrados em concurso
- Ele aprendeu a ler e a escrever muito bem, não reclamava de ter dificuldades nas aulas. Sempre que não entendia algo que a professora falava, ela repetia.
O advogado da professora, Luiz Roberto Costa Russo, afirma que está reunindo provas e testemunhas para abrir uma ação civil contra a diretora por assédio moral e preconceito.
Ele também encaminhou documentos sobre esse caso para o Ministério Público do Estado de São Paulo e aguarda resposta sobre abertura de ação penal.
Para a ouvidoria, não há qualquer problema de discriminação. Procurada pessoalmente pela reportagem do R7, a equipe da escola disse que precisaria de autorização da rede para falar sobre o caso.
O colégio se pronunciou por meio da assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, e negou qualquer situação de preconceito. O órgão público não irá falar da abertura dos processos.
Condições de trabalho
Francisca é formada em pedagogia e foi contratada como temporária pela rede estadual em 2008. Ela começou a dar aulas para a a primeira série do ensino fundamental, a única que, por ser uma classe de alfabetização, conta com um professor auxiliar.
No ano seguinte, foi deslocada para a segunda série. A professora diz que a direção da escola prometeu uma assistente para sua turma, o que nunca aconteceu.
A assessoria de imprensa da secretaria informa que não existe nenhuma lei que garanta a presença de professores auxiliares. E, como Francisca foi considerada apta a lecionar, não precisaria de assistente.
A secretaria diz ainda que um kit multimídia foi enviado à escola para ajudar as aulas da professora. No entanto, Francisca conta que recebia o aparelho na classe com atrasos. A situação só mudou quando ela procurou a ouvidoria da secretaria de Educação.
- O que eu quero são condições de trabalho adequadas, com suporte pedagógico e acessibilidade.

Francisca Vivian Cesário, 29, fala, anda e escreve com dificuldade. Ela tem paralisia cerebral, uma deficiência adquirida durante o nascimento. Apesar de estar apta a assumir turmas de ensino fundamental, diz sofrer preconceito na Escola Estadual João Sussumu Hirata, no bairro Capão Redondo (zona sul de São Paulo).
A professora quer processar a direção da escola por assédio moral. Ela relata ter sido tratada como incapaz pela coordenadora pedagógica do colégio, e ter recebido a sugestão de se aposentar, durante uma reunião realizada em março de 2009.
Francisca afirma ainda ser tratada com descaso e ter sido encaminhada várias vezes a perícias médicas.
Susete Figueiredo Cavalin, professora da mesma escola, conta que já acompanhou Francisca à ouvidoria da rede e a uma delegacia de ensino para fazer reclamações:
- A direção da escola entende os apoios que a Francisca pede como privilégios. A professora sofre uma grande pressão psicológica.
Francisca se surpreendeu com a forma como foi tratada na escola:
- Eu esperava sofrer algum preconceito por parte dos pais dos alunos, não dos profissionais da educação.
Pais ouvidos pelo R7 se dizem satisfeitos com o trabalho da professora. Juliana Lopes é mãe de um aluno e comentou sobre os estudos do filho:
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- Ele aprendeu a ler e a escrever muito bem, não reclamava de ter dificuldades nas aulas. Sempre que não entendia algo que a professora falava, ela repetia.
O advogado da professora, Luiz Roberto Costa Russo, afirma que está reunindo provas e testemunhas para abrir uma ação civil contra a diretora por assédio moral e preconceito.
Ele também encaminhou documentos sobre esse caso para o Ministério Público do Estado de São Paulo e aguarda resposta sobre abertura de ação penal.
Para a ouvidoria, não há qualquer problema de discriminação. Procurada pessoalmente pela reportagem do R7, a equipe da escola disse que precisaria de autorização da rede para falar sobre o caso.
O colégio se pronunciou por meio da assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, e negou qualquer situação de preconceito. O órgão público não irá falar da abertura dos processos.
Condições de trabalho
Francisca é formada em pedagogia e foi contratada como temporária pela rede estadual em 2008. Ela começou a dar aulas para a a primeira série do ensino fundamental, a única que, por ser uma classe de alfabetização, conta com um professor auxiliar.
No ano seguinte, foi deslocada para a segunda série. A professora diz que a direção da escola prometeu uma assistente para sua turma, o que nunca aconteceu.
A assessoria de imprensa da secretaria informa que não existe nenhuma lei que garanta a presença de professores auxiliares. E, como Francisca foi considerada apta a lecionar, não precisaria de assistente.
A secretaria diz ainda que um kit multimídia foi enviado à escola para ajudar as aulas da professora. No entanto, Francisca conta que recebia o aparelho na classe com atrasos. A situação só mudou quando ela procurou a ouvidoria da secretaria de Educação.
- O que eu quero são condições de trabalho adequadas, com suporte pedagógico e acessibilidade.
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